sábado, 22 de setembro de 2012

A IDADE DO HOMEM TAMBÉM INTERFERE NA FERTILIDADE

A revista Nature publicou um estudo que aponta que a idade do pai interfere diretamente em uma gestação saudável. Ou seja, quanto maior for a idade em que um homem se torna pai, maiores são as chances de ele transmitir mutações genéticas para seus filhos.
Antes, apenas a idade das mulheres era colocada em cheque, mas de acordo com a pesquisa realizada pela empresa deCODE Genetics, na Islândia, o material genético masculino sofre alterações ao longo do tempo, e essas mutações podem gerar filhos com autismo ou esquizofrenia.
Médicos afirmam que: “a idade da mulher influencia muito mais na fertilidade e também na gestão, mas já existem alguns estudos que mostram que a idade dos homens também oferece existe fortes indícios. Alguns estudos falam que os homens com idade a partir dos 40 anos podem apresentar diminuição na produção de concentração e qualidade espermatozoides e também apresenta maior pré-disposição em algumas doenças genéticas”.
Outra causa bastante comum de infertilidade no homem é a varicocele ou varizes no testículo, que consiste na dilatação anormal das veias testiculares que fazem parte do cordão espermático. Nos últimos anos, vem se observando através de novos exames a fragmentação do DNA do espermatozóide, ou seja, o material genético alterado.
Dr. Kröger explica ainda que a diferença entre homens e mulheres no quesito fertilidade. “Quando a mulher está dentro da barriga da mãe ela produziu todos os óvulos antes de nascer, cerca de seis milhões e vai perdendo ao longo da vida. Aos 40 anos, ela já está com apenas mil. Já os homens produzem espermatozóides diariamente; o que permite o homem ser pai em qualquer idade”, explica o especialista.
Dr. Kröger afirma que não há nenhum tratamento preventivo para problemas genéticos, mas para quem deseja adiar a gestação (tanto homens, quanto mulheres) a preservação da fertilidade através da criopreservação é a melhor opção.
“A criopreservação de sêmen e óvulos são a garantia pra uma boa gestação por pessoas que pretendem adiar a maternidade de maneira segura para elas e para o bebê,” conclui Dr. Gustavo.
Fonte: Clínica Genics

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Qual são as chances de se obter uma gestação?


Quando um casal entra no consultório, claro que muitas questões são feitas,. Mas aquela que nunca falta é: “qual são as chances de se obter uma gestação?”. E essa é uma questão complexa, por vários motivos. Clinicas serias devem reportar seus dados de forma clara e transaprente para a rede latino americana. Os números devem seguir parâmetros estabelecidos para conferir fidelidade, mesmo que sejam ruins. Por exemplo, muito antes de existir uma “lei”que obriga os casais a receber um numero X de embriões conforme a idade da mulher, a rede já cobrava que nossa clinica reduzisse nossa taxa de gemelaridade que estava dos 20% aceitáveis (olha que era na ocasião de 22%!). Portanto começamos a reduzir o numero de embriões transferidos muito antes da lei. E com taxas muito boas.
As taxas de gestação de hoje devem ficar entre 40 e 50%. Ainda temos valores mais próximos de 40%, mas isso progressivamente esta mudando. Principalmente pela capacidade do laboratório em levar os embriões a estágios mais evoluídos e assim mais fisiológicos. Isto é uma conquista. Há menos de 2 anos ter uma taxa de embriões transferidos em dia 5 (blastocistos) de 80% era utópico. Hoje é a regra.
Sempre tomo cuidado com estes números por uma questão de matemática simples, estes números são gerais. Quando olhamos para o individuo a regra é clara 0 ou 100%! Não há meio termo. Contudo acho importante saber que o casal irá interpretar estes números de forma clara.
 Quero ainda alertar que estas taxas são muito variáveis. Recentemente estive no ultimo congresso europeu em Istambul e era muito comum ver que muitos países se contentam com taxas de 25 a 30%. Realidades diferentes e financiamentos públicos podem ser determinantes para estas taxas. Muitos países europeus tem formas diferentes de entender reprodução humana. Diferente das Américas, por exemplo.
Não acho que estamos num patamar de conforto, pelo contrário, acredito que temos muito a crescer em termos de resultados: entender melhor o útero, obter dados mais concretos dos embriões e talvez popularização (principalmente financeira) das biopsias embrionárias podem ser um inicio.
Espero que um dia próximo quando o casal perguntar sobre as chances de sucesso  do tratamento eu possa tranquilamente responder que nossa preocupação não é mais obter a gestação e sim evitar os múltiplos.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Doação de óvulo é opção para engravidar na menopausa

A menopausa é a última menstruação da mulher. A partir de então, o organismo deixa de ovular, apesar de ainda conter alguns óvulos. Os efeitos e sintomas da menopausa são assunto frequente para as mulheres e seus médicos. Mas nem sempre é claro para todas as pacientes o que esse período representa de mudanças para a mulher. De acordo com Thaís Sanches Domingues, especialista em reprodução humana da clínica Huntington, de São Paulo, a menopausa marca a última menstruação da mulher. "A mulher se torna infértil, pois para de produzir óvulos, já que todos os folículos já morreram ou não têm mais qualidade para gerar óvulos", diz a médica.

Passada a menopausa, a mulher não pode mais ter filhos pelo método natural e nem com seus próprios óvulos - a não ser que tenham sido congelados anteiormente. Ainda assim, resta uma possibilidade. Para engravidar, ela precisa se submeter a uma fertilização in vitro (FIV) feita a partir de um óvulo fornecido por uma doadora.

A menopausa é constatada quando a mulher já completou um ano sem menstruar. O fenômeno normalmente acontece por volta dos 50 anos. Mas, dois anos antes de ter a última menstruação, a qualidade dos folículos cai e fica bem mais difícil engravidar com seus próprios óvulos.

Tratamento complementar
Além de se submeter a uma fertilização in vitro com óvulo de doação, a mulher que pretende engravidar depois da menopausa precisa de medicações que façam com que ela menstrue novamente. "Como ela está com o útero menor, vamos ter que dar uma medicação que faça o útero ficar do tamanho que ele era quando a mulher ainda menstruava naturalmente. Não daria para só colocar o embrião no colo do útero, pois o risco de aborto espontâneo se tornaria maior", esclarece a médica.

Segundo a especialista, qualquer gestão depois dos 35 anos já é considerada de risco. Normalmente, entre os problemas que podem ocorrer estão diabetes, pressão alta e parto prematuro. Portanto, tentar engravidar depois da menopausa é uma decisão que deve ser tomada com bastante cuidado e, principalmente, com aconselhamento e acompanhamento médico adequados.

Menopausa precoce
Em alguns casos, como o de mulheres que passam por um tratamento de quimeoterapia, a menopausa chega mais cedo. O conselho de Thaís para as mulheres que vão passar por algum tipo de tratamento que possa deixá-las inférteis é o congelamento dos óvulos.

"Até mesmo para as mulheres que precisam dedicar muito tempo à carreira e só pretendem engravidar após os 40 anos, o ideal é que elas congelem os óvulos, pois a fertilidade da mulher diminui de acordo com a idade", sugere a médica.

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Especial para o Terra

COMENTÁRIO

Allurene, um caminho para a cura da endometriose?


Esta semana começou a ser veiculado a noticia de que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou a venda no país do primeiro remédio específico para tratar a dor da endometriose, uma doença muito comum entre as mulheres de uma forma geral, mas especificamente naquelas com dificuldades em gestar. Junto com os problemas relacionados com a ovulação seja uma das principais causas de infertilidade, apesar da falta de números concretos acreditasse que mais de  6 milhões de brasileiras possam ter endometriose.
Existem apenas dois formas para tratar endometriose: o cirúrgico e o clinico, e nenhum do dois é resolutivo ao ponto de dar as pacientes a cura. 
A cirurgia, largamente utilizada, é feita na maioria das vezes por videolaparoscopia, contudo em muitos casos não são "tão bem feitas", pois poucos médicos estão devidamente habilitados para cirurgias maiores o que pode levar a uma cirurgia subotima; Outro problema é que para se retirar o máximo de endometriose existe, além do bom cirurgião, temos que ter o bom diagnóstico o que também é muito falho. Bons ultrasonografistas são raros. E não vamos esquecer dos riscos inerentes a cirurgia e suas complicações. 
O novo medicamento (Allurene) é usado via oral, por um período de tempo maior e com possíveis menores efeitos colaterais que os atuais (análogos do GNRH que sobre tudo dão as mulheres uma desconfortável sensação de menopausa, além de uma administração nasal ou injetável que não são muito agradáveis; além de contraceptivos e o DIU medicado que não tem aprovação para uso como tratamento de endometriose)Estudos clínicos demonstraram que o remédio alivia, principalmente, as dores menstruais e as que surgem durante relação sexual. O que é ótimo para quem não deseja nova gestação, mas para as inférteis ainda é pouco. Até por que a endometriose não é única: profunda, superficial, ovariana (endometrioma) e a que invade o útero (adenomiose) devem ser vistas individualmente já que os tratamentos também o são.
De finitivamente não deverá ser uma droga barata. O Brasil tem leis de patentes muito libertadoras o que faz com que os laboratórios que investem muito nestas novas descobertas queiram ter um retorno rápido. Acreditasse que esta nova medicação chegue ao mercado com um preço sugerido de R$ 170 (para cada caixa com 28 comprimidos de 2 mg),  o que convenhamos não é nada barato.
Quero enfatizar que a endometriose não tem cura, pelo menos até hoje. Tudo que se faz é melhorar o quadro geral e por um tempo ainda desconhecido que varia muito de caso a caso. O diagnóstico não é simples e muitas vezes apenas a cirurgia pode confirmar isto. Acreditem que os convênios médicos só liberam tratamentos clínicos específicos diante de uma prova concreta da doença, ou seja, o tecido que só é conseguido por cirurgia! Muitos centros não dispõe de estrutura adequada para diagnostico e muitos médicos, acelerados pela necessidade de cumprir metas estabelecidas por planos de saúde, não dão a devida atenção as queixas das mulheres. Ou simplesmente não tem como dar o diagnóstico, já que nosso SUS não é uma ilha de excelência quando se trata de aparelhamento. Não é simples.
Particularmente toda vez que chega ao mercado uma nova droga vejo com muita alegria. Novidades são sempre bem vindas e devem ser sempre comemoradas, mesmo que a popularização demore. São caminhos que surgem e portas que se abrem. Se ainda é pouco para as pacientes inférteis acometidas por endometriose, tudo bem, já é mais um passo no caminho de dias melhores, sem dor e com um rebento nos braços.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Hiperprolactinemia: uma das causas mais desconhecidas da infertilidade

Muitas são as causas que podem levar à infertilidade feminina, como problemas no útero, trompas, ovários, vagina, doenças inflamatórias pélvicas, doenças crônicas, doenças da tireóide, obesidade. Em alguns casos, a mulher apresenta mais de um desses problemas, o que pode interferir ainda mais para ocasionar a infertilidade feminina.

A hiperprolactinemia é o excesso de produção de prolactina - hormônio responsável pela produção do leite. Algumas vezes a causa do excesso de prolactina é um pequeno tumor na hipófise, uma glândula que fica dentro do cérebro que chamamos chamado de prolactinoma, mas que pode ser eliminado através de remédios ou raramente necessitamos fazer uma cirurgia, visando diminuir os níveis de prolactina e restaurar a ovulação nas mulheres.
Quanto mais você secreta prolactina mais difícil você terá ovulações espontâneas. Além dessa causa, o hipotireoidismo também pode provocar o aumento de prolactina no corpo. Ao tratar a tireoide, tudo tende a voltar ao normal.
O estresse e o uso de determinados medicamentos com frequência como medicamentos para vômitos, tranquilizantes, antidepressivos e alguns anti-hipertensivos também podem aumentar a prolactina.

A hiperprolactinemia está presente em um terço das mulheres que menstruam de maneira muito irregular e em 90% dos casos que têm a galactorréia. Essa condição pode produzir uma variedade de disfunções. A falta de ovulação é um dos principais sintomas.
Então se você tem irregularidade menstrual dose sua prolactina e faça uma expressão mamilar, caso observe a saída de secreção é mandatório também dosar este hormônio, principalmente se esta tentando engravidar.

Fonte: internet

sábado, 7 de abril de 2012

10 perguntas respondidas sobre congelamento de óvulos

Saiba quando esse procedimento é indicado, quais os riscos e as chances de sucesso

Será que sou fértil?

Quais exames fazer? Quando devo procurar um médico? Qual o meu período fértil? Saiba as respostas para essas e outras dúvidas que toda futura mãe tem

- Existe uma idade limite para congelar os óvulos?
Não existe uma idade máxima para que a mulher opte pelo congelamento de óvulos. No entanto, ela precisa estar ciente de que passar pelo procedimento depois dos 40 anos vai resultar no congelamento de um óvulo mais velho, que pode não se tornar um embrião.

- Por quantos anos esse óvulo pode ficar congelado?
Não existe um tempo limite. O congelamento, quando bem-feito, preserva as características do óvulo, que pode ser utilizado anos mais tarde. Assim que passou pelo procedimento, o óvulo não envelhece mais e suas características são mantidas.

- Se não utilizar o óvulo e não quiser mantê-lo mais, o que posso fazer?
Nesse caso é possível descartar o óvulo, já que ele é apenas um gameta, como aquele descartado pela mulher todo mês. Se ela quiser, pode doar para pesquisa, mas terá de preencher um termo dizendo que abre mão daquele óvulo.

- Quais são os métodos de congelamento mais usados?
Existem dois principais métodos: o congelamento lento e o congelamento rápido ou a vitrificação. O primeiro vai diminuindo a temperatura gradualmente, depois da inclusão do frio protetor, substância que entra na célula e não permite que sejam criados cristais – eles poderiam romper os óvulos. Já na vitrificação, o processo de congelamento é rápido, o óvulo é submetido a baixa temperatura de forma abrupta. Assim, as chances de formação de cristais é bem menor e o resultado da recuperação desse óvulo é bem maior.

- Quando o congelamento de óvulos é indicado?
O congelamento do óvulo é indicado em algumas situações. São elas:
- para casais que obtiveram óvulos em excesso durante um processo de fertilização in vitro
- no caso de mulheres que passarão por quimioterapia ou radioterapia
- mulheres com histórico de menopausa precoce entre os familiares
- mulheres com 35 anos, sem parceiro, que desejem conservar sua fertilidade

- Existem riscos no processo?
A mulher passa por uma estimulação hormonal, na qual recebe uma carga alta de hormônios para produzir mais óvulos em um mesmo ciclo. Esse processo pode gerar complicações: pode haver reação ao uso de hormônios ou ainda a produção exagerada de óvulos, chamada de síndrome do hiperestímulo ovariano. Com isso, pode ocorrer um distúrbio metabólico pelo acúmulo de líquido no abdome, um dos sintomas é a dor abdominal. No entanto, todas essas complicações podem ser contornadas pelo médico que acompanha a mulher.

Se o início do procedimento transcorrer sem problemas, é realizada a captura dos óvulos, via vaginal, com anestesia. Uma ultrassonografia guia a agulha, que é introduzida na vagina até os ovários, onde os óvulos são aspirados. Os riscos nessas punções são: a agulha atingir um vaso importante da pelve ou o sangramento ovariano não cessar. Nesses casos, a mulher é submetida a uma laparospocia diagnóstica para contenção do sangramento.

- Quantos óvulos devo congelar?
Um número bom, uma reserva suficiente, é de 20 óvulos. Dependendo do motivo que leve o casal a uma fertilização, esse número pode até ser pequeno.

- Há diferenças na gravidez de um óvulo fresco e de um óvulo congelado?
Não há diferença na gravidez em si. Depois de descongelado, o óvulo fertilizado se torna igual ao óvulo fresco.

- Não vou usar meus óvulos congelados. Posso doá-los para alguém da minha família?
Não, isso não pode ser feito. A doadora não pode escolher para quem doar, porque essa doação deve ser sigilosa. Quem doa não sabe quem será a receptora e vice e versa.

* Fontes consultadas para a elaboração: Karla Giusti Zacharias, especialista em reprodução humana da clínica Huntington Medicina Reprodutiva;

Foto: Getty ImagesAmpliar

Técnica dá esperança a quem tem problemas de fertilidade, mas para quem quer postergar maternidade deve ser usada com muito cuidado e informação médica


domingo, 25 de março de 2012

Progesterona: o hormônio da gravidez

Quando fazemos um ciclo de FIV ou inseminação sempre usamos progesterona. O nosso grupo vai ainda mais adiante, usamos também estrogênio. Mas as pacientes sempre perguntam: é necessário?O que é a progesterona?
A progesterona é um hormônio produzido pelo ovário. É detectado assim que um óvulo é libertado (ovulação). A sua curva é ascendente e este intervalo de tempo chamamos de "janela de implantação". O embrião só poderá se fixar nesta época, nem antese nem depois. A progesterona prepara o revestimento do útero (endométrio) para permitir que um óvulo fertilizado (embrião) seja implantado. É mais ou menos como formar uma "cama"própria para que o embrião se ajuste. Se a gravidez não ocorre, os níveis de progesterona caem'e o endométrio se desgarra e se solta do útero: é a menstruação. Quando o embrião é implantado no útero, o ovário produz progesterona até oito semanas de gravidez. Após esse tempo, a progesterona será produzido pela placenta durante o resto da gravidez. Acreditamos que a placenta assuma sua função integralmente por volta da 12a semana.
Por que os médicos prescrevem a progesterona durante tratamentos de fertilidade?
Durante uma fertilização in vitro (FIV) ciclo, os medicamentos são normalmente utilizados para impedí-lo de lançar um óvulo precoce (ovulação precoce). Esses medicamentos afetam os seus níveis de progesterona. Portanto, o médico pode prescrever um suplemento de progesterona para compensar esta diminuição na capacidade do ovário de produzir progesterona. Dessa forma, o embrião pode ser implantado e crescer dentro do útero. Muitos estudos científicos têm observado as taxas de gravidez em ciclos de fertilização in vitro que usaram progesterona, e mostraram que as taxas são muito mais elevadas em comparação com os ciclos em que não foi utilizada a progesterona.
Quando e como devo tomar a progesterona?
Os médicos geralmente prescrevem suplementação de progesterona a partir do dia em que os óvulos são colhidos. Se a gravidez acontece, o médico pode dizer para continuar a tomar progesterona ao longo do primeiro trimestre. A progesterona pode ser tomada como uma injeção intramuscular ou por via vaginal (supositórios, gel ou comprimidos vaginais). Não parece haver diferença entre as duas possibilidades nas chances de engravidar ou continuar uma gravidez. O médico deve indicar qual forma de suplementação de progesterona irá melhor atender às necessidades de cada mulher. Cabe ainda o uso oral, mas com resultados regulares.
Quais são os riscos de tomar a progesterona?
Muitos estudos têm sido realizados para examinar o uso de progesterona natural durante os ciclos de tratamento de infertilidade. Eles demonstraram que a progesterona não apresenta qualquer risco significativo para a mulher ou o bebê. Em 1999, a Food and Drug Administration - EUA (FDA) descobriu que a utilização de progesterona sintética pode ser associado com defeitos congênitos. Progesterona sintética é principalmente derivado do hormônio masculino testosterona. Portanto, os agentes de progesterona natural só deve ser usado durante a gravidez precoce.
 


FONTE: Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva
 / internet

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Mãe perde mais de 40 quilos para poder ter filho com fertilização in vitro

Uma britânica precisou perder 42 quilos para poder ter seu primeiro filho, após uma fertilização in vitro. Suzanne Gaskell, de 30 anos, chegou a pesar 108 quilos e tentava há 9 anos engravidar. O caso foi contado pelo jornal britânico "Daily Mail".


Moradora na cidade de Warrington, na Inglaterra, Suzanne tem um salão de beleza e é casada com Chris Gaskell desde junho de 2002. Desde aquela época, o casal já tentava sem sucesso ter um bebê pelos métodos convencionais.

Ao procurar ajuda de especialistas em fertilidade pela primeira vez, em 2005, ela recebeu a notícia de que precisaria perder peso para que um tratamento de reprodução assistida pudesse funcionar.

Após saber que precisaria perder peso para engravidar, Suzanne ficou arrasada e insistiu por mais três anos em tentar engravidar sem ajuda médica. Ela conta que seu tamanho nunca havia impedido nenhuma tarefa. Na época, ela estava com 107 quilos e afirmava que seu marido não ligava para os quilos a mais.

do G1 de São Paulo
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/01/mae-perde-mais-de-40-quilos-para-poder-ter-filho-com-fertilizacao-vitro.html